CategoriasMercado Imobiliário

Metade dos imóveis Minha Casa, Minha Vida são comprados por jovens.

De 2021 a 2024, mais da metade dos contratos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foram feitos por jovens entre 18 e 30 anos. Eles investiram um total de R$ 123 bilhões em mais de 780 mil contratos. A galera jovem está mostrando que sim, quer ter seu cantinho, desmentindo a ideia de que não se importa com a casa própria.

Com juros acessíveis e a possibilidade de financiar um imóvel novo ou usado, o MCMV tem sido uma ótima opção para quem está começando na vida profissional.

Essa geração valoriza não só a casa própria, mas também questões como segurança, sustentabilidade e espaços compartilhados. Eles preferem apartamentos menores e práticos, sem luxo desnecessário. Querem morar perto do trabalho, usar transporte público ou bicicleta, e curtem a ideia de ter áreas comuns, como coworking no condomínio.

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CategoriasArquitetura

Casa Una e outros projetos brasileiros são finalistas no Festival Mundial de Arquitetura.

Casa Una em Uberlândia – MG e outros projetos brasileiros estão fazendo bonito no cenário internacional! Eles foram escolhidos como finalistas do Festival Mundial de Arquitetura, evento que acontece no início de novembro em Singapura, um dos eventos mais importantes do ramo. Isso mostra que a criatividade e a inovação da arquitetura brasileira estão sendo reconhecidas lá fora.

A Casa Una, por exemplo, chamou a atenção por suas soluções sustentáveis e design moderno. Além dela, outros projetos do Brasil também estão competindo, levando um pedacinho do nosso estilo para o mundo.

Agora é torcer para que tragam esses prêmios pra casa!

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CategoriasUncategorized

Caixa diminui valor financiado de imóveis.

Desde 21 de outubro, a Caixa Econômica Federal apertou as regras para o financiamento imobiliário. Se antes dava para financiar até 80% do valor de um imóvel pelo sistema SAC, agora esse limite cai para 70%. E para quem escolhe a tabela Price, a redução é ainda maior, de 70% para 50%. Ou seja, quem quiser financiar vai ter que dar uma entrada mais gorda: 30% no caso do SAC e 50% no Price.

Segundo especialistas, essa mudança é um sinal de que a Caixa está com menos dinheiro para emprestar e vai ser mais seletiva.

A razão por trás disso? A poupança, que é uma das principais fontes de recursos para esses financiamentos, está cada vez mais baixa, com saques anuais de R$ 80 bilhões. Com menos grana disponível, os juros tendem a subir, deixando o crédito mais caro. Fique de olho!

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