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Senadores aprovam reforma tributária com descontos abaixo do esperado por setor imobiliário.

O Senado aprovou o texto-base do PL 68/2024, que regulamenta a reforma tributária, com 49 votos a favor e 19 contrários. O projeto, que recebeu quase 2.000 emendas, trouxe descontos tributários para o mercado imobiliário inferiores ao pedido por entidades do setor. Locação de imóveis terá desconto de 70% (ante o pedido de 80%), enquanto vendas e incorporações contarão com 50% (frente aos 60% solicitados).

Segundo entidades como ABMI e CBIC, esses índices podem gerar aumento na carga tributária futura, contrariando o princípio da “neutralidade tributária”. Apesar disso, o texto do Senado representou um avanço em relação à versão da Câmara, que previa descontos ainda menores.

O projeto aprovado incluiu novidades como a isenção para pessoas físicas que possuem até três imóveis e rendimento anual inferior a R$ 240 mil, além de regras específicas para vendas frequentes. Também foram mantidas medidas de incentivo, como deduções de R$ 100 mil para imóveis novos destinados à moradia popular e regras mais claras para edifícios-garagens e estacionamentos. Agora, o texto volta à Câmara para ajustes finais, com o objetivo de ser aprovado antes do recesso do Congresso em 20 de dezembro.

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Investimento imobiliário no Reino Unido: mercado promissor para brasileiros

O mercado imobiliário residencial no Reino Unido, avaliado em mais de R$ 1,9 trilhão, atrai cada vez mais investidores internacionais, incluindo brasileiros. Segundo Lohan Munhoz, CEO da LA Group, o setor oferece alta demanda por aluguéis, facilidade de financiamento e estabilidade patrimonial, com a libra valendo cerca de R$ 7. Áreas como Prime Central London são destaque, com 45% dos imóveis comprados por estrangeiros em 2023, enquanto Liverpool, com crescimento acelerado desde a pandemia, apresenta retornos anuais de 7% a 18% em diferentes modalidades de investimento.

Além do aluguel convencional, opções como contratos com o governo, flipping (compra, reforma e revenda) e construções do zero oferecem alta lucratividade. Um exemplo recente é um pub transformado em apartamentos e casas, gerando lucro de R$ 2,5 milhões em 12 meses. Esses projetos podem levar até 18 meses para retorno, mas oferecem ganhos atrativos, tornando o mercado britânico uma escolha sólida para investidores que buscam diversificar e proteger seu patrimônio.

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Juros altos limitam crescimento do mercado imobiliário, que é duas vezes maior em países semelhantes ao Brasil

Os juros altos estão travando a recuperação econômica no Brasil, com impacto direto no mercado imobiliário. A alta rentabilidade de investimentos como o CDI desestimula a compra de imóveis, mesmo no segmento de alta renda. Henrique Blecher, CEO da Origem Incorporadora, alerta que isso desacelera as vendas e pode “congelar” lançamentos em 2025, reduzindo investimentos no setor e afetando toda a cadeia produtiva.

Além disso, o esgotamento de recursos para financiamento imobiliário pela Caixa Econômica Federal em 2024 forçou construtoras a buscar crédito mais caro, complicando ainda mais a situação.

A perda de atratividade da poupança, com saques superando depósitos, e a economia instável — marcada por juros altos, inflação e déficit fiscal — também pressionam o setor. Segundo Leonardo Schneider, da APSA, as perspectivas para 2025 são pessimistas, com o mercado vendo dificuldades para retomar o crescimento.

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