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Recursos do FGTS para setor imobiliário podem diminuir ainda mais

O saque-aniversário do FGTS, que permite aos trabalhadores retirarem uma parte do saldo no mês de seu aniversário, está gerando debates sobre o impacto no mercado imobiliário. Essa modalidade, implementada em 2020, já retirou cerca de R$ 179 bilhões do fundo em 2024, reduzindo os recursos disponíveis para financiar habitação e obras. Especialistas alertam que, com o uso do FGTS para garantir empréstimos consignados, a situação pode piorar. O governo avalia mudanças, como o fim do saque-aniversário, para garantir a sustentabilidade do fundo, mas a decisão tem sido adiada devido à polêmica.

O FGTS acumula um patrimônio de R$ 700 bilhões, mas a maior parte já está comprometida com contratos de financiamento habitacional. Executivos do setor imobiliário e consultores defendem maior regulação no uso do saldo e incentivam os trabalhadores a preservarem seus recursos, que são essenciais para emergências ou aquisição de imóveis. A sustentabilidade do FGTS é considerada crucial para apoiar o mercado imobiliário e a geração de empregos na construção civil, que ajudam a retroalimentar o fundo.

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CategoriasMercado Imobiliário

O Brasil e o imobiliário na era dourada de Trump

Donald Trump tomou posse para seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, prometendo uma nova “era dourada”. No discurso inicial, já ficaram claras as políticas que podem impactar diretamente a economia brasileira, como a continuidade da guerra comercial com a China, principal parceira comercial do Brasil. Enquanto essa disputa já beneficiou o agronegócio brasileiro em setores como o da soja, o país é considerado uma das economias mais vulneráveis às ações de Trump, de acordo com estudo do banco Citi. Além disso, a situação fiscal do Brasil, segundo o FMI, aumenta sua exposição às possíveis turbulências econômicas globais.

Trump também marcou sua posse com medidas controversas, como a saída do Acordo de Paris e a flexibilização de leis ambientais para expandir a produção de petróleo e gás, sinalizando uma inflexão na agenda ESG global. No setor imobiliário, suas promessas incluem cortes na taxa de juros das hipotecas e menos regulamentação para construtoras, o que poderia baratear imóveis nos EUA. No entanto, ações como a deportação em massa de imigrantes e tarifas de importação mais altas podem elevar os custos da construção, limitando os benefícios de suas políticas econômicas. O impacto total dessas mudanças ainda depende de como elas serão implementadas e de sua repercussão global.

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