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O Brasil e o imobiliário na era dourada de Trump

Donald Trump tomou posse para seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, prometendo uma nova “era dourada”. No discurso inicial, já ficaram claras as políticas que podem impactar diretamente a economia brasileira, como a continuidade da guerra comercial com a China, principal parceira comercial do Brasil. Enquanto essa disputa já beneficiou o agronegócio brasileiro em setores como o da soja, o país é considerado uma das economias mais vulneráveis às ações de Trump, de acordo com estudo do banco Citi. Além disso, a situação fiscal do Brasil, segundo o FMI, aumenta sua exposição às possíveis turbulências econômicas globais.

Trump também marcou sua posse com medidas controversas, como a saída do Acordo de Paris e a flexibilização de leis ambientais para expandir a produção de petróleo e gás, sinalizando uma inflexão na agenda ESG global. No setor imobiliário, suas promessas incluem cortes na taxa de juros das hipotecas e menos regulamentação para construtoras, o que poderia baratear imóveis nos EUA. No entanto, ações como a deportação em massa de imigrantes e tarifas de importação mais altas podem elevar os custos da construção, limitando os benefícios de suas políticas econômicas. O impacto total dessas mudanças ainda depende de como elas serão implementadas e de sua repercussão global.

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