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De 2010 a 2022 São Paulo ganhou mais de 400 mil apartamentos.

São Paulo teve um grande crescimento no número de apartamentos entre 2010 e 2022, segundo o Censo do IBGE. Nesse período, a cidade ganhou mais de 400 mil novas unidades, chegando a 1,4 milhão de apartamentos ocupados. Apesar do aumento, as casas ainda são a moradia mais comum na capital, representando 68,1% dos domicílios, enquanto os apartamentos abrigam 29,4% da população. Em comparação, o total de apartamentos em São Paulo equivale a mais de mil Edifícios Copan, um dos prédios mais icônicos da cidade.


Esse crescimento reflete uma tendência nacional: atualmente, mais de 25 milhões de brasileiros vivem em apartamentos, representando 12,5% da população. O Sudeste concentra a maior parte desses moradores, enquanto o Norte tem o menor percentual. Algumas cidades, como Santos, São Caetano do Sul e Balneário Camboriú, já possuem mais pessoas vivendo em apartamentos do que em casas. Mesmo assim, no país como um todo, a grande maioria da população (84,8%) ainda prefere morar em casas.

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Retrofit com crédito facilitado: a revitalização urbana que depende mais do que dinheiro

A Caixa lançou uma nova linha de crédito para retrofit de prédios antigos, facilitando a revitalização urbana ao permitir o uso dos recursos para comprar e reformar imóveis já existentes, e não apenas terrenos. Um dos principais atrativos é a antecipação de até 50% do valor do financiamento para as incorporadoras, com juros mais baixos, compatíveis com os do FGTS. Essa flexibilidade pode tornar os projetos mais viáveis economicamente, já que o custo de adquirir um imóvel construído costuma ser bem maior do que o de um terreno vazio.


Apesar das vantagens, especialistas alertam que o sucesso dessa iniciativa depende também da ação do poder público. Melhorias em transporte, saneamento, segurança e iluminação nas áreas a serem revitalizadas são fundamentais para atrair investimentos. Sem essas mudanças, mesmo com crédito facilitado, o retrofit pode não decolar, como já acontece no centro de Belo Horizonte, onde 60% das lojas estão fechadas por conta das condições urbanas precárias.

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CategoriasEconomia

Reforma Tributária: Novo Imposto Promete Mexer com o Mercado Imobiliário a Partir de 2027

A nova Lei Complementar nº 214, de 2025, trouxe mudanças importantes na tributação do setor imobiliário. Com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), em substituição ao PIS, COFINS, ISS e ICMS, muitas operações que antes não eram tributadas agora serão, o que pode aumentar os custos. Um exemplo é a locação de imóveis, que passará a ser tributada, exceto em contratos de até 90 dias, como aluguéis de temporada, que terão um desconto de até 40% na alíquota.


Outro impacto será nas operações feitas por pessoas físicas. Quem tiver mais de três imóveis ou receber mais de R$ 240 mil anuais com aluguel será considerado contribuinte do IBS/CBS, podendo ser mais vantajoso criar uma empresa para gerir os imóveis. Além disso, a constituição de direitos reais, como usufruto ou promessa de compra e venda, também será tributada. A aplicação das novas regras começa em 2027, e ainda há dúvidas sobre como ficará a tributação dos fundos imobiliários (FIIs) e FIAGRO, já que a proposta inicial foi vetada e aguarda definição do Congresso.

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