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Dólar nas alturas: O que isso significa para o Mercado Imobiliário?

O dólar em alta, chegando a R$5,86 no fim de outubro, tem gerado preocupação no mercado imobiliário. Atualmente, está cotado em R$5,79, mas o valor elevado coloca pressão no mercado e pode influenciar o setor imobiliário. Por um lado, isso pode atrair investidores estrangeiros, tornando imóveis brasileiros mais baratos para quem vem de fora. Além disso, o turismo tende a se beneficiar, impulsionando as locações de temporada. No entanto, a valorização da moeda americana também pode pressionar a inflação e elevar os juros, dificultando o acesso ao crédito e reduzindo a demanda por imóveis.


Outro impacto relevante é no custo das construções, já que materiais como aço, alumínio e cobre acompanham os preços internacionais e podem ficar mais caros. Além disso, o aumento no preço dos combustíveis encarece o transporte de insumos. Especialistas apontam que, embora os efeitos imediatos possam ser limitados, o maior problema está na falta de confiança dos investidores na economia brasileira. A instabilidade econômica e a falta de controle fiscal podem comprometer ainda mais o setor no longo prazo.

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Setor imobiliário teme que novos saques do FGTS comprometam financiamento de moradias

O governo vai liberar o saldo do FGTS para trabalhadores demitidos que tinham escolhido o saque-aniversário, permitindo que eles resgatem o valor integral em caso de demissão sem justa causa. A medida deve injetar cerca de R$ 12 bilhões na economia, mas será feita em duas etapas: primeiro, um limite de R$ 3.000 será liberado automaticamente, e o restante será pago após 110 dias. O setor de construção civil não vê problema nesse saque específico, mas teme que o Congresso amplie ainda mais as retiradas, o que poderia reduzir os recursos usados para financiar habitação popular, como o programa Minha Casa, Minha Vida.


As incorporadoras e construtoras estão em alerta porque o FGTS é a principal fonte de financiamento para moradias populares. Hoje, já existem mais de 200 projetos de lei no Congresso propondo novos tipos de saque do fundo, e o medo é que isso comprometa investimentos em infraestrutura e habitação. Para os especialistas do setor, o FGTS deve ser preservado para seu propósito original e qualquer mudança que aumente as retiradas pode gerar problemas a longo prazo.

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Revolução no Setor de Seguros: IA Generativa Deve Gerar Bilhões Até 2032!

A IA generativa no setor de seguros está crescendo rapidamente. Em 2022, o mercado gerou US$ 761,4 milhões, e espera-se que esse valor chegue a US$ 14,4 bilhões até 2032, com uma taxa de crescimento anual de 34,4%. Essa tecnologia ajuda as seguradoras a personalizar produtos, precificar com mais precisão e oferecer uma experiência de compra mais ágil para os clientes. Além disso, ela melhora a análise de risco e a tomada de decisões, o que aumenta a satisfação dos segurados e otimiza os processos das empresas.

Os avanços em IA generativa devem impactar diversas áreas, como o processamento de reivindicações, atendimento ao cliente e avaliação de risco. Embora a América do Norte seja a líder atual nesse mercado, a região Ásia-Pacífico deverá crescer mais rapidamente devido ao aumento da classe média e maior demanda por produtos de seguros. O uso de IA generativa deve continuar a expandir, com destaque para a automação da subscrição de seguros e a criação de assistentes virtuais para oferecer suporte em tempo real aos clientes.

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