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IA comete erros, e agora? Quem paga a conta e o papel dos seguros no futuro digital

A inteligência artificial já faz parte do nosso dia a dia, mas e quando ela erra? Imagine um carro autônomo que interpreta errado uma placa e causa um acidente, ou um sistema que nega indevidamente um tratamento médico. Quem deve se responsabilizar por esses erros? O debate sobre a responsabilidade civil da IA está esquentando, já que suas decisões podem gerar grandes prejuízos. Ainda não há uma resposta clara, pois tudo depende se o problema foi um bug do sistema ou uma decisão autônoma. Enquanto especialistas discutem se a culpa deve ser do desenvolvedor, do usuário ou de ambos, a necessidade de uma regulamentação mais sólida cresce a cada dia.


E onde entram os seguros nessa história? Com a incerteza sobre quem deve pagar a conta, o setor de seguros pode ser um grande aliado para cobrir os danos causados por falhas da IA. Mas isso traz desafios: como calcular os riscos de uma tecnologia que aprende e evolui sozinha? As seguradoras precisam criar novos modelos para precificar esses riscos e evitar fraudes, garantindo contratos bem definidos. No fim das contas, a IA só será realmente segura se houver regras claras e soluções financeiras que protejam tanto empresas quanto usuários. O debate está só começando, e o seguro pode ser peça-chave na proteção contra os riscos do futuro digital.

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O poder do Big Data para as seguradoras

O Big Data está revolucionando o mercado de seguros ao permitir uma análise detalhada do comportamento dos clientes, possibilitando a personalização de produtos e preços ajustados ao risco.

Além disso, a tecnologia melhora a eficiência operacional, otimizando processos como subscrição e detecção de fraudes, ajudando as seguradoras a tomar decisões mais precisas e reduzir perdas financeiras.

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Coliving: uma tendência crescente no mercado imobiliário

O conceito de coliving vem ganhando força no mercado imobiliário, unindo a ideia de moradia compartilhada a um estilo de vida comunitário. Essa solução visa maximizar o aproveitamento dos espaços e promover uma convivência mais integrada entre os residentes. Em especial, nas grandes cidades, onde os altos custos de moradia e a demanda por opções mais sustentáveis se tornam desafios, o coliving surge como uma alternativa prática e acessível, oferecendo um equilíbrio entre economia e interação social.

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