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Como a alta da Selic impacta o financiamento imobiliário no Brasil.

Em contraste com a notícia anterior, a decisão do Copom de aumentar a taxa Selic de 10,75% para 11,25% impacta o mercado imobiliário, resultando em crédito mais caro e um acesso mais restrito ao financiamento de imóveis. Com a Selic alta, os bancos ajustam as taxas de financiamento, encarecendo os empréstimos, além de atrair mais recursos para outros investimentos e reduzir o volume disponível na poupança, que é uma das principais fontes de crédito imobiliário.

A Caixa Econômica Federal também diminuiu o teto de financiamento, e a linha Pró-Cotista terá menos recursos em 2025, dificultando ainda mais a compra de imóveis, especialmente para trabalhadores com contas no FGTS. A Abrainc vê a alta da Selic como um desafio adicional ao setor, aumentando o custo do crédito e pressionando o mercado de trabalho e o setor produtivo. Para a associação, é necessário equilibrar os gastos públicos para permitir uma queda sustentável dos juros no futuro.


Para quem já está em um financiamento ou tem pré-aprovação, o impacto imediato é menor, mas para contratos vinculados à Selic ou à remuneração da poupança (SBPE), o aumento pode encarecer as parcelas.

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10 tendências do mercado imobiliário para ficar de olho.

O mercado imobiliário está se reinventando com tendências que atendem às novas demandas e avanços tecnológicos. O crescimento do trabalho remoto, por exemplo, faz as pessoas buscarem moradias com espaço para home office e melhor qualidade de vida, geralmente fora dos grandes centros. A sustentabilidade também está em alta, com imóveis que incorporam eficiência energética e recursos como captação de água da chuva.

A tecnologia tem papel importante: automação doméstica e realidade virtual para visitas ajudam na experiência do comprador e facilitam o processo de decisão. Modelos flexíveis de pagamento, como aluguel com opção de compra, estão atraindo diferentes perfis financeiros. Já o conceito de co-living e imóveis de uso misto (que combinam moradia, comércio e lazer) estão crescendo, promovendo um estilo de vida colaborativo e prático.

Outras tendências incluem imóveis integrados ao ambiente urbano, valorizando ciclovias e transporte público, e o foco no bem-estar com áreas verdes e espaços de convivência. A digitalização do processo de compra e venda, com assinaturas eletrônicas e plataformas online, torna as transações mais rápidas e seguras. Essas mudanças refletem um mercado mais alinhado com as necessidades modernas e a tecnologia.

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O “Quiet Luxury” vem redefinindo o consumo do mercado imobiliário.

O consumo exagerado está perdendo espaço entre consumidores de alto poder aquisitivo, que estão adotando o “quiet luxury” – um estilo de luxo mais discreto e focado na qualidade. Esse movimento não significa gastar menos, mas investir em produtos que primam pela sofisticação sem chamar atenção. Na moda, no setor automotivo e especialmente no mercado imobiliário, o “quiet luxury” se reflete em imóveis exclusivos, como o Cidade Matarazzo em São Paulo, que oferece acabamentos e design de alto nível com materiais de alta qualidade. Em empreendimentos como o Reserva Trancoso, o valor está na exclusividade, com compradores que optam por manter seus imóveis, valorizando um estilo de vida reservado e refinado.

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