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O Brasil e o imobiliário na era dourada de Trump

Donald Trump tomou posse para seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, prometendo uma nova “era dourada”. No discurso inicial, já ficaram claras as políticas que podem impactar diretamente a economia brasileira, como a continuidade da guerra comercial com a China, principal parceira comercial do Brasil. Enquanto essa disputa já beneficiou o agronegócio brasileiro em setores como o da soja, o país é considerado uma das economias mais vulneráveis às ações de Trump, de acordo com estudo do banco Citi. Além disso, a situação fiscal do Brasil, segundo o FMI, aumenta sua exposição às possíveis turbulências econômicas globais.

Trump também marcou sua posse com medidas controversas, como a saída do Acordo de Paris e a flexibilização de leis ambientais para expandir a produção de petróleo e gás, sinalizando uma inflexão na agenda ESG global. No setor imobiliário, suas promessas incluem cortes na taxa de juros das hipotecas e menos regulamentação para construtoras, o que poderia baratear imóveis nos EUA. No entanto, ações como a deportação em massa de imigrantes e tarifas de importação mais altas podem elevar os custos da construção, limitando os benefícios de suas políticas econômicas. O impacto total dessas mudanças ainda depende de como elas serão implementadas e de sua repercussão global.

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Saiba qual é a cidade com maior aumento no preço do aluguel residencial no país

Os novos contratos de aluguel residencial no Brasil registraram um aumento médio de 13,50% em 2024, de acordo com o Índice FipeZAP. Embora inferior ao avanço de 16,16% em 2023, a alta foi quase três vezes maior que o IPCA, a inflação oficial do país, que ficou em 4,83%. Descontada a inflação, a valorização real dos aluguéis foi de 8,27%. Segundo Paula Reis, economista do DataZAP, o desempenho do mercado de trabalho, com a taxa de desemprego atingindo 6,1% — a menor desde 2012 —, impulsionou a demanda por imóveis, favorecendo o aumento dos preços. A economista também prevê novas altas em 2025 devido à expectativa de melhora contínua no mercado de trabalho e às restrições no mercado de vendas, causadas pelo encarecimento do crédito imobiliário.

O levantamento revelou que Salvador (33,07%), Campo Grande (26,55%) e Porto Alegre (26,33%) tiveram os maiores avanços entre as capitais, enquanto Barueri (SP) lidera o ranking geral de preço, com aluguel médio de R$ 65,41/m². Já São Paulo é a capital mais cara, com R$ 57,59/m², seguida por Florianópolis e Recife. Em contrapartida, Pelotas (RS) apresentou o menor valor, com R$ 18,61/m². O preço médio nas 36 cidades monitoradas ficou em R$ 48,12/m², o que significa que o aluguel de um apartamento de 50 m² custa, em média, R$ 2.406, cerca de R$ 280 a mais que em 2023.

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Quanto custa a casa do filme ‘Ainda Estou Aqui’

Pela primeira vez, o Brasil foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Filme com “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles. Um dos destaques do longa foi a casa usada como cenário principal, localizada na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro. Reformada para se adequar à época retratada no filme, a residência passou por alterações, como a substituição do portão elétrico por um modelo mais antigo e o envelhecimento das paredes. Curiosamente, a casa original da família Paiva, que inspirou a história, ficava no Leblon, mas foi demolida após ser transformada em restaurante e vendida para uma incorporadora. Hoje, o terreno abriga um condomínio de luxo.

Atualmente, a casa usada no filme está à venda por R$ 20 milhões, segundo o corretor Marcelo Dias. Com 480 metros quadrados, ela conta com 4 suítes, 2 varandas, 3 salas, piscina, churrasqueira e vista privilegiada para o Cristo Redentor, Baía de Guanabara e Pão de Açúcar. Dias afirmou que a procura pelo imóvel aumentou após sua aparição no filme. Apesar de estar desocupada, a casa foi lar de uma família entre 2019 e 2022, que compartilhou registros da residência nas redes sociais.

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