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A cidade da Paraíba que é a queridinha do momento

João Pessoa, capital da Paraíba, tem ganhado destaque como um dos principais destinos de verão no Nordeste, atraindo tanto brasileiros quanto estrangeiros. Segundo a plataforma Booking, a cidade figura como o terceiro destino em alta globalmente. O crescimento populacional de 15% nos últimos 12 anos e a valorização imobiliária de 15,54% em 2024, conforme o índice FipeZap, reforçam o boom tardio da cidade. Apesar disso, João Pessoa ainda oferece imóveis beira-mar mais acessíveis que outras capitais, mantendo um zoneamento que preserva a paisagem costeira.

Em Maceió, o mercado de luxo se expande, com o metro quadrado chegando a R$ 36 mil nas áreas mais nobres, enquanto cidades vizinhas como Marechal Deodoro e Praia do Francês também recebem empreendimentos de alto padrão. O estudo da MySide aponta cidades como Itapema e Balneário Camboriú, em Santa Catarina, como destaques em oportunidades de investimento imobiliário. Em paralelo, um artigo de Michael Viriato sugere que o aluguel pode ser uma opção financeiramente mais vantajosa que a compra de uma casa de veraneio, promovendo a aplicação dos recursos no mercado financeiro.

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Juros altos limitam crescimento do mercado imobiliário, que é duas vezes maior em países semelhantes ao Brasil

Os juros altos estão travando a recuperação econômica no Brasil, com impacto direto no mercado imobiliário. A alta rentabilidade de investimentos como o CDI desestimula a compra de imóveis, mesmo no segmento de alta renda. Henrique Blecher, CEO da Origem Incorporadora, alerta que isso desacelera as vendas e pode “congelar” lançamentos em 2025, reduzindo investimentos no setor e afetando toda a cadeia produtiva.

Além disso, o esgotamento de recursos para financiamento imobiliário pela Caixa Econômica Federal em 2024 forçou construtoras a buscar crédito mais caro, complicando ainda mais a situação.

A perda de atratividade da poupança, com saques superando depósitos, e a economia instável — marcada por juros altos, inflação e déficit fiscal — também pressionam o setor. Segundo Leonardo Schneider, da APSA, as perspectivas para 2025 são pessimistas, com o mercado vendo dificuldades para retomar o crescimento.

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