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Venda de imóveis para classe média diminui em meio ao crescimento do mercado de luxo e do Minha Casa, Minha Vida.

O mercado imobiliário brasileiro em 2024 passa por uma mudança dinâmica: enquanto as vendas para a classe média desaceleram, os segmentos de luxo e os imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) se destacam. No primeiro semestre, a participação da classe média caiu de 62% para 58%, com um crescimento modesto de 6% nas vendas. Em contraste, os mercados de luxo e MCMV cresceram expressivamente, com aumentos de 23% e 26%, respectivamente.

O Valor Geral de Vendas (VGV) da classe média encolheu, afetado por fatores como juros elevados e dificuldades no acesso ao crédito. Essas condições, agravadas pela alta da taxa Selic e custos de financiamento, tornam o cenário desafiador para o segmento. Como resposta, incorporadoras têm priorizado lançamentos voltados a públicos de maior ou menor poder aquisitivo.

Apesar das adversidades, o otimismo persiste entre as famílias de classe média: 40% planejam adquirir imóveis nos próximos 12 meses, e 58% acreditam na valorização dos preços. Em São Paulo, apartamentos menores têm sido rapidamente absorvidos, sinalizando uma demanda consistente em nichos específicos.

Enquanto o segmento de classe média enfrenta pressões econômicas, o avanço do MCMV e a força do mercado de luxo demonstram a capacidade do setor de se adaptar ao novo perfil de consumo e aos desafios macroeconômicos.

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Ajustes na classe média e demanda por imóveis populares devem impulsionar mercado em 2025.

O mercado imobiliário brasileiro deve continuar em crescimento em 2025, com ênfase nos imóveis econômicos, especialmente impulsionados por programas como o Minha Casa Minha Vida. Luciano Castilhos, CEO da B2B, destaca que a demanda por imóveis mais acessíveis, na faixa de R$ 200 mil a R$ 300 mil, aliada a uma intenção de compra dos brasileiros que já alcançou 48%, promete aquecer ainda mais o setor.

No Rio Grande do Sul, o mercado de lançamentos está se recuperando das enchentes que afetaram Porto Alegre no início de 2024, com muitas famílias se mudando para áreas de menor risco. O programa estadual Porta de Entrada, que oferece um subsídio de R$ 20 mil para a compra do primeiro imóvel, também deve impulsionar as vendas na região.

No setor de aluguéis, os preços subiram 0,65% em setembro de 2024, uma alta menor em comparação aos meses anteriores, acumulando um aumento de 10,90% no ano. As cidades que mais se destacaram na valorização dos preços de locação foram Campo Grande, Salvador e Porto Alegre, com imóveis de um dormitório apresentando as maiores altas, refletindo uma preferência por unidades menores.

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Metade dos imóveis Minha Casa, Minha Vida são comprados por jovens.

De 2021 a 2024, mais da metade dos contratos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foram feitos por jovens entre 18 e 30 anos. Eles investiram um total de R$ 123 bilhões em mais de 780 mil contratos. A galera jovem está mostrando que sim, quer ter seu cantinho, desmentindo a ideia de que não se importa com a casa própria.

Com juros acessíveis e a possibilidade de financiar um imóvel novo ou usado, o MCMV tem sido uma ótima opção para quem está começando na vida profissional.

Essa geração valoriza não só a casa própria, mas também questões como segurança, sustentabilidade e espaços compartilhados. Eles preferem apartamentos menores e práticos, sem luxo desnecessário. Querem morar perto do trabalho, usar transporte público ou bicicleta, e curtem a ideia de ter áreas comuns, como coworking no condomínio.

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